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EEG e Universidade de Vilnius
quarta-feira, 05/08/2026   
A Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho anuncia a assinatura de três novos acordos de cooperação com a Universidade de Vilnius, na Lituânia, destinados aos estudantes da Licenciatura em Negócios Internacionais, do Mestrado em Economia e da Licenciatura em Economia.
Estes novos acordos, estabelecidos com uma instituição parceira da Aliança Arqus, representam um marco relevante no reforço da internacionalização da oferta formativa da EEG e na consolidação de percursos académicos com forte dimensão europeia.
Através do Double Degree na Licenciatura em Negócios Internacionais, os estudantes passam a ter a oportunidade de realizar um ano letivo na Vilnius University Business School (VUBS), beneficiando de uma experiência académica internacional integrada e diferenciadora. Este programa culmina na atribuição de dois diplomas distintos: um conferido pela Universidade do Minho e outro pela Universidade de Vilnius.
No Mestrado em Economia, o novo Double Degree permite aos estudantes realizar um semestre na Faculty of Economics and Business Administration da Universidade de Vilnius, frequentando o Master in Strategic Economics. Este acordo vem reforçar a oferta internacional deste ciclo de estudos, acrescentando-se ao Double Degree já existente com a Universidade de Rennes, passando os estudantes a dispor de duas opções de dupla titulação. O programa culmina na atribuição de dois diplomas distintos: um conferido pela Universidade do Minho e outro pela Universidade de Vilnius.
O acordo de Mobility Window para a Licenciatura em Economia oferece uma janela de mobilidade estruturada na área da Ciência de Dados, permitindo que os estudantes realizem um período de estudos na Universidade de Vilnius e enriqueçam o seu percurso académico com competências altamente valorizadas num contexto internacional.
A EEG agradece à equipa da Universidade de Vilnius, em particular aos representantes da VUBS e da Faculty of Economics and Business Administration, pelo empenho e dedicação demonstrados ao longo deste processo de alargamento da parceria. Da parte da Universidade do Minho, a EEG reconhece igualmente o contributo da sua Vice-Presidente e dos diretores dos ciclos de estudo envolvidos pela colaboração desenvolvida na concretização destes importantes acordos.
Com estes novos instrumentos de cooperação, a EEG reforça o seu compromisso com a internacionalização do ensino, a valorização das experiências académicas internacionais e a preparação dos seus estudantes para contextos profissionais cada vez mais globais.
Gabinete de Comunicação
Escola de Economia, Gestão e Ciência Política
Universidade do Minho
Telefone: 253 604 541
Email: gci@eeg.uminho.pt
 
quarta-feira, 05/08/2026
EEG reforça parceria com a Universidade de Vilnius com novos programas internacionais
EEG e Universidade de Vilnius

 
Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da UMinho (foto: Hugo Antunes/EEG)
terça-feira, 28/07/2026    Campus de Gualtar, Braga
Apenas 6% das business schools possuem a acreditação AACSB, atribuída pela excelência no ensino, na investigação e na ligação às empresas e à sociedade

A Escola de Economia, Gestão e Ciência Política (EEG) da Universidade do Minho obteve a acreditação internacional da AACSB (Association to Advance Collegiate Schools of Business), uma das mais prestigiadas na área. A Escola passa a integrar o grupo de menos de 6% das instituições de ensino da gestão no mundo com este reconhecimento, o que confirma a qualidade no ensino, na investigação e na ligação à sociedade, reforçando a sua projeção internacional e as oportunidades de colaboração académica e empresarial.

Fundada em 1916, a AACSB é a entidade de acreditação do ensino da gestão há mais tempo ativa e a maior rede mundial nesta área. Para estudantes e diplomados, esta acreditação atesta que a EEG cumpre exigentes critérios de excelência e aposta na melhoria contínua. A integração na rede AACSB reforça a projeção global desta Escola e poderá favorecer novas parcerias estratégicas, projetos científicos e a atração de estudantes e staff de mérito.

“Celebramos este marco com orgulho. Resulta de um longo processo de transformação que envolveu toda a nossa comunidade e confirma que cumprimos os mais elevados padrões internacionais de qualidade, rigor, ambição e impacto nos vários âmbitos da nossa missão”, refere o presidente da EEG, Luís Aguiar-Conraria.

Para a vice-presidente executiva e chief accreditation officer da AACSB, Stephanie M. Bryant, esta acreditação distingue instituições comprometidas com a excelência no ensino, na investigação, no desenvolvimento curricular e na aprendizagem. A responsável felicitou a UMinho e todos os dirigentes, professores, investigadores, alunos, técnicos e colaboradores que contribuíram para esta conquista.


A acreditação AACSB resulta de uma avaliação internacional por pares, que verifica se as instituições dispõem de recursos, de qualificações e do compromisso necessários para proporcionar uma formação de topo, analisando critérios como a estratégia institucional, a qualidade do corpo docente, o ensino, a investigação, a inovação pedagógica, o impacto na sociedade e a melhoria contínua.

Criada em 1982, a EEG situa-se no campus de Gualtar (Braga) e oferece três licenciaturas duplas inéditas no ensino público, além de oito licenciaturas, 15 mestrados e cinco doutoramentos. Possui três departamentos (Ciência Política, Economia, Gestão) e três centros de investigação (CICP, NIPE, iBMS). Na interação com o tecido económico-social, atua ao nível de investigação aplicada, de consultoria especializada e ainda de formação executiva, através da UMinhoExec.

+Info:
AACSB
 
terça-feira, 28/07/2026
UMinho entra na elite mundial das escolas de negócios
Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da UMinho (foto: Hugo Antunes/EEG)
Campus de Gualtar, Braga
Apenas 6% das business schools possuem a acreditação AACSB, atribuída pela excelência no ensino, na investigação e na ligação às empresas e à sociedade


 
AACSB
terça-feira, 28/07/2026   
Apenas 6% das business schools (no mundo) possuem a acreditação AACSB, atribuída pela excelência no ensino, na investigação e na ligação às empresas e à sociedade

A Escola de Economia, Gestão e Ciência Política (EEG) da Universidade do Minho obteve a acreditação internacional da AACSB (Association to Advance Collegiate Schools of Business), uma das mais prestigiadas na área. A Escola passa a integrar o grupo de menos de 6% das instituições de ensino da gestão no mundo com este reconhecimento, o que confirma a qualidade no ensino, na investigação e na ligação à sociedade, reforçando a sua projeção internacional e as oportunidades de colaboração académica e empresarial.

Fundada em 1916, a AACSB é a entidade de acreditação do ensino da gestão há mais tempo ativa e a maior rede mundial nesta área. Para estudantes e diplomados, esta acreditação atesta que a EEG cumpre exigentes critérios de excelência e aposta na melhoria contínua. A integração na rede AACSB reforça a projeção global desta Escola e poderá favorecer novas parcerias estratégicas, projetos científicos e a atração de estudantes e staff de mérito.

“Celebramos este marco com orgulho. Resulta de um longo processo de transformação que envolveu toda a nossa comunidade e confirma que cumprimos os mais elevados padrões internacionais de qualidade, rigor, ambição e impacto nos vários âmbitos da nossa missão”, refere o presidente da EEG, Luís Aguiar-Conraria.

Para a vice-presidente executiva e chief accreditation officer da AACSB, Stephanie M. Bryant, esta acreditação distingue instituições comprometidas com a excelência no ensino, na investigação, no desenvolvimento curricular e na aprendizagem. A responsável felicitou a UMinho e todos os dirigentes, professores, investigadores, alunos, técnicos e colaboradores que contribuíram para esta conquista.


A acreditação AACSB resulta de uma avaliação internacional por pares, que verifica se as instituições dispõem de recursos, de qualificações e do compromisso necessários para proporcionar uma formação de topo, analisando critérios como a estratégia institucional, a qualidade do corpo docente, o ensino, a investigação, a inovação pedagógica, o impacto na sociedade e a melhoria contínua.

Criada em 1982, a EEG situa-se no campus de Gualtar (Braga) e oferece três licenciaturas duplas inéditas no ensino público, além de oito licenciaturas, três licenciaturas duplas, 15 mestrados e cinco doutoramentos. Possui três departamentos (Ciência Política, Economia, Gestão) e três centros de investigação (CICP, NIPE, iBMS). Na interação com o tecido económico-social, atua ao nível de investigação aplicada, de consultoria especializada e ainda de formação executiva, através da UMinhoExec.
Gabinete de Comunicação
Escola de Economia, Gestão e Ciência Política
Universidade do Minho
Telefone: 253 604 541
Email: gci@eeg.uminho.pt
 
terça-feira, 28/07/2026
EEG entra na elite mundial das escolas de negócios
AACSB

 
Doutoramento Cátia Cerqueira
  • Doutoramento Cátia Cerqueira
  • Júri Cátia Cerqueira
segunda-feira, 27/07/2026   
A Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho (EEG) informa com orgulho que Cátia Cerqueira, aluna do Doutoramento em Economia, apresentou a sua tese de doutoramento intitulada “Technology Adoption, Labour Market Institutions, and Firm Capabilities”, no dia 27 de julho de 2026.

Pelas palavras da autora:

"Esta tese analisa como as capacidades das empresas e as instituições do mercado de trabalho moldam a adoção de tecnologias digitais e de automação, bem como os seus efeitos no desempenho das empresas e nos resultados dos trabalhadores. Compreender os determinantes e as consequências da adoção tecnológica é essencial para analisar a produtividade, a transformação estrutural e a distribuição de riqueza. A análise utiliza uma base de dados detalhada que liga empresas e trabalhadores em Portugal, combinando o inquérito à utilização de tecnologias de informação e comunicação nas empresas (IUTICE), registos de comércio internacional (CI), sistema de contas integradas das empresas (SCIE) e quadros de pessoal (QP).

O primeiro capítulo estuda o momento e as consequências da adoção de tecnologias de computação em nuvem e de big data, distinguindo entre pioneiros, seguidores e empresas que não adotam. Empresas com gestores e trabalhadores mais qualificados, bem como gestores com menor antiguidade, tendem a ser pioneiros na adoção destas tecnologias, especialmente no caso de big data. A adoção está associada a um aumento do desempenho das empresas. Para big data, o aumento do desempenho é ampliado por características do capital humano, em particular a educação, especialmente dos gestores, e os pioneiros mantêm vantagens persistentes em produtividade e valor acrescentado em relação aos seguidores. Os resultados sugerem que o papel do capital humano na mediação do impacto da tecnologia no desempenho, assim como as potenciais vantagens de timing, dependem da complexidade da tecnologia adotada.

O segundo capítulo analisa o impacto da reforma da escolaridade mínima obrigatória de 2009, que aumentou a idade mínima de saída do ensino de 15 para 18 anos (ou a conclusão do 12º ano de escolari-dade) e restringiu o acesso das empresas a trabalhadores menores de idade, avaliando se esta escassez de mão de obra induziu a automação no setor da manufatura. Através da construção de uma base de dados rica que liga características de empresas, trabalhadores e dados de comércio internacional, comparamos as alterações no período pós-reforma entre empresas do setor da manufatura com maior e menor exposição prévia ao trabalho de menores. As empresas mais expostas registaram uma redução superior do emprego de menores e ajustaram-se sobretudo ao nível da composição da força de trabalho, com aumentos no emprego em ocupações associadas à automação e tecnologias de informação e comunicação (TIC). Em contraste, não existe evidência robusta de aumento das importações de robôs. No entanto, o aumento da probabilidade de contratação de trabalhadores de TIC pode não ser específico da reforma, uma vez que exercícios de placebo também produzem estimativas positivas e estatisticamente significativas. No conjunto, os resultados apontam para um ajustamento das empresas mais expostas após a reforma, concentrado na composição da força de trabalho.

O terceiro capítulo investiga se os aumentos do salário mínimo influenciaram a adoção de robôs, considerando a alteração do preço do fator de produção trabalho, bem como os impactos da automação sobre empresas e trabalhadores. Empresas mais expostas a aumentos do salário mínimo apresentam maior probabilidade de adquirir robôs, embora com um desfasamento de três a cinco anos após o choque. A adoção está associada a uma expansão da escala das empresas, incluindo aumentos de produtividade e valor acrescentado, embora parcialmente determinados por efeitos de auto-seleção, o que motivou a estratégia empírica centrada nos impactos sobre trabalhadores dentro da mesma empresa. Trabalhadores em tarefas mais expostas à automação com contratos a termo têm maior probabilidade de sair da empresa, após a adoção de robôs, enquanto que trabalhadores sem termo são realocados internamente para ocupações menos expostas. Paralelamente, trabalhadores em ocupações mais expostas têm uma penalização salarial decorrente da adoção de robôs pela empresa empregadora.

De forma geral, a tese demonstra que a adoção tecnológica depende da interação entre as capacidades internas das empresas e as instituições do mercado de trabalho. A qualidade da gestão e as competências da força de trabalho determinam a capacidade de implementar tecnologias digitais complexas, enquanto que alterações institucionais na oferta e nos custos laborais moldam os incentivos à automação e os seus impactos sobre empresas e trabalhadores. Do ponto de vista da política pública, educação, regulação salarial e inovação devem ser consideradas de forma integrada, através de políticas complementares que promovam competências, apoiem a mobilidade laboral e assegurem que os ganhos de produtividade decorrentes da digitalização e da automação sejam amplamente partilhados."

A tese de doutoramento foi orientada por Miguel Portela, Professor do Departamento de Economia da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho.

A EEG felicita Cátia Cerqueira pela sua defesa e deseja-lhe os maiores sucessos profissionais e pessoais!
Gabinete de Comunicação
Escola de Economia, Gestão e Ciência Política
Universidade do Minho
Telefone: 253 604 541
Email: gci@eeg.uminho.pt
 
segunda-feira, 27/07/2026
Cátia Cerqueira defende tese de doutoramento
Doutoramento Cátia Cerqueira

 
Alunos Verão no Campus
  • Alunos Verão no Campus
  • Luís Aguiar-Conraria Verão no Campus
  • Atividade Verão no Campus
  • Pró-reitor Raúl Fangueiro
domingo, 26/07/2026   
A Escola de Economia, Gestão e Ciência Política (EEG) da Universidade do Minho recebeu 25 estudantes do ensino secundário no âmbito da iniciativa Verão no Campus 2026, proporcionando-lhes uma semana de descoberta da vida académica e das diferentes áreas científicas da Escola.

Os participantes, provenientes de várias escolas da região e de diferentes pontos do país, frequentavam os 10.º, 11.º e 12.º anos. Ao longo da semana, tiveram oportunidade de conhecer de perto a oferta formativa, os projetos e a dinâmica da EEG, contactando diretamente com docentes, investigadores, estudantes e colaboradores.

O programa incluiu apresentações dos três departamentos da Escola – Economia, Gestão e Ciência Política –, permitindo aos participantes explorar as diferentes áreas de conhecimento e compreender as oportunidades académicas e profissionais associadas a cada uma delas.

Os estudantes ficaram também a conhecer os serviços de apoio ao seu futuro percurso académico, nomeadamente o Gabinete de Carreiras e o Gabinete de Mobilidade Internacional, que apresentaram as oportunidades de desenvolvimento profissional e de experiências internacionais disponíveis para os futuros estudantes da EEG.

Ao longo da semana, os participantes estiveram em contacto com os três centros de investigação da Escola, contactando com a investigação produzida nas áreas da economia, gestão e ciência política.

O programa integrou igualmente diversas atividades práticas e de contacto com o meio empresarial e associativo. Entre elas, destacou-se uma visita às instalações do Grupo Casais, uma sessão dinamizada por docentes da área de Marketing, subordinada ao tema "Ideias, Estratégia e Ação", uma Simulação da União Europeia, promovida pelo CECRI – Centro de Estudos do Curso de Relações Internacionais, bem como uma apresentação do LiftOff, projeto da Associação Académica da Universidade do Minho dirigido ao empreendedorismo e à inovação.

Os núcleos de estudantes da EEG tiveram igualmente um papel ativo na receção dos participantes, dando a conhecer a experiência académica, a vida estudantil e as múltiplas oportunidades de envolvimento extracurricular existentes na Escola.

A participação da EEG no Verão no Campus voltou, assim, a proporcionar uma experiência de proximidade com o ensino superior, permitindo aos jovens explorar diferentes áreas do conhecimento, contactar com a comunidade académica e apoiar uma escolha mais informada do seu futuro percurso universitário.
Gabinete de Comunicação
Escola de Economia, Gestão e Ciência Política
Universidade do Minho
Telefone: 253 604 541
Email: gci@eeg.uminho.pt
 
domingo, 26/07/2026
Verão no Campus aproxima estudantes do ensino secundário à EEG
Alunos Verão no Campus

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